O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê que o mês de maio trará calor e chuva para a maior parte do Brasil. Após um abril relativamente mais fresco, espera-se que as temperaturas e precipitações se intensifiquem.
Durante este período, é provável que as temperaturas fiquem acima da média em muitas áreas, enquanto as chuvas se concentrarão principalmente no Norte, no litoral do Nordeste, e em algumas partes do Sul e Sudeste.
Retorno do calor
Espera-se que as temperaturas fiquem acima da média em quase todo o território nacional. O Centro-Oeste, o Norte e partes do Nordeste sentirão calor intenso, com termômetros ultrapassando os 22°C.
Em São Paulo, as temperaturas podem exceder os 30°C. Segundo o Climamundo, a capital paulista pode esperar máximas de até 31°C e mínimas de 22°C na primeira metade de maio.
No entanto, regiões elevadas do Sudeste e Sul terão algum alívio térmico, com temperaturas próximas ou um pouco acima da média, mas ainda abaixo dos 20°C.
Chuvas variáveis
No Norte, a situação é mista: a maioria das áreas deve ter precipitações dentro ou abaixo da média, exceto em partes do Amazonas, norte-central do Pará, Amapá e sul de Roraima, onde as chuvas podem ser mais frequentes.
No Nordeste, especialmente do Ceará à Bahia, incluindo o centro-sul do Maranhão e oeste do Piauí, os volumes de chuva podem superar os 150 mm. Contudo, áreas como o norte do Maranhão, norte do Piauí e sul do Ceará devem receber menos chuvas que o normal.
No Centro-Oeste e Sudeste, as previsões indicam chuvas próximas ou abaixo da média, embora ainda possam ocorrer acumulados acima da média no leste do Mato Grosso do Sul e no centro-sul de São Paulo.
A região Sul deve experimentar bons volumes de chuva, com destaque para o oeste do Paraná, onde os acumulados podem ultrapassar os 100 mm.
Solo úmido beneficia lavouras
A expectativa de boas chuvas na maior parte da região Sul deverá melhorar os níveis de umidade do solo, beneficiando assim as lavouras da segunda safra.
No entanto, no sul do Paraná a situação é diferente; lá se espera chuvas abaixo da média, o que pode comprometer a retenção de água no solo e afetar adversamente o cultivo de feijão e milho.



