O Brasil enfrenta uma sequência de ondas de calor com temperaturas elevadas. Recentemente, o Sul do país passou por dois períodos críticos, entre 17 e 23 de janeiro e de 2 a 12 de fevereiro, onde os termômetros registraram máximas superiores a 40°C.
Agora, um terceiro episódio está prestes a começar. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) anuncia que a nova onda inicia na segunda-feira (17/2), provavelmente se estendendo até o final da semana. Espera-se que as temperaturas ultrapassem a média do período em mais de 5°C.
Segundo o Inmet, o calor afetará principalmente Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná, alcançando posteriormente Goiás e Bahia.
Durante este ciclo, é provável que as temperaturas atinjam mais de 40°C em locais como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. No Estado de São Paulo, um alerta da Defesa Civil prevê que a onda persista até quarta-feira (19/2), com picos de até 38°C em algumas cidades.
Os meteorologistas alertam para possíveis pancadas isoladas nos próximos dias, especialmente no Sudeste e em Goiás, devido à combinação de umidade e calor intenso.
A maior parte do sertão e interior do Nordeste deve seguir com tempo mais seco e pouca chuva no leste e sul da Bahia informa uma nota oficial
A instabilidade também será sentida no Centro-Oeste, com Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás sendo as áreas mais afetadas.
Acumulados acima de 40 mm estão previstos para o noroeste do Mato Grosso, enquanto no leste desse estado, grande parte do Goiás e do Mato Grosso do Sul a tendência é de redução das chuvas, com acumulados abaixo de 40 mm detalha o boletim meteorológico
No Norte, exceto grande parte de Roraima, são esperados até 50 mm de chuva. As precipitações mais intensas devem ocorrer no Acre, sudoeste e noroeste do Amazonas e central-nordeste do Pará, influenciadas pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Em contraste, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina os acumulados podem chegar a 80 mm.
A partir de quinta-feira (20/2), espera-se uma melhora nas condições climáticas com a atuação de um sistema frontal no oceano que deverá estabilizar o tempo.



